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27 Februar, 2025 Madura tarada, molhada, esfomeada - Parte 2

Antes de explicar ao jovem o que esperava dele, Eléctrica pregou-lhe um linguado dos antigos...

Antes de iniciar os trabalhos, Eléctrica gostava de dar chá às visitas. Isso mesmo fez com Ernesto, que se sentou à mesa com a chávena numa mão e um scone na outra, tentando parecer seguro de si, que era tudo o que não estava.

Madura tarada, molhada, esfomeada - Parte 2

Felizmente, a saia da camilha escondia-lhe as pernas nervosas, que mesmo sentadas tremiam como varas verdes.

Lurdes não o fazia por cortesia, simplesmente precisava de explicar aos "concorrentes" as regras do jogo.

– Sabes como eu me chamo?

– Não.

– O meu nome é dona Lurdes.

– Muito prazer, dona Lurdes.

– Errado! A partir de agora chamas-me mãe.

– Perdão?!

– Ouviste bem! Não sei como vai correr o nosso “namoro”, nem se vais cá voltar, mas sempre que estiveres nesta casa, chamas-me mãe, ou mamã, como quiseres. Percebeste?

– Sim... Está bem...

– Agora vou-te contar tudo o que quero que faças. Não tenhas medo e não te assustes. Mesmo que eu diga “não”, tu não páras, ouviste?

– Percebi.

– Muito bem. Então, anda cá.

Antes de explicar ao jovem o que esperava dele, Eléctrica pregou-lhe um linguado dos antigos para lhe amaciar o choque. Quando lhe tirou a língua da boca já Ernesto ia meio encomendado...

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Depois, à medida que ela falava e os quadros se iam desenhando na sua mente, os olhos do rapaz não paravam de  arregalar. Mais um bocadinho e saltavam-lhe das órbitas!

Era óbvio que ele nunca fizera nada nem remotamente parecido com aquilo.

– Percebeste? Achas que és capaz?

Ernesto parecia realmente apavorado.

– Não... Não sei...

– Sabes, pois. Quando estiveres de pau teso vais ver se não consegues... Todos conseguem!

E riu.

– Quanto é que o Zeca disse que eu te pagava?

– 100 euros.

– Está bem. Se te portares bem, ponho mais uma notinha de 50 de gratificação. Mas tens que fazer tudo o que eu disser, percebes?

– Sim.

– E repito: mesmo quando eu disser “não”, tu não páras, ouviste? Faz tudo parte do jogo.

– Vou tentar...

– Vais tentar, não. Vais cumprir! Lembra-te da gratificação.

– Está bem.

– Está bem o quê?

– Está bem, mamã.

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– Então vá, vai para a banheira e lava essa pilinha que a mamã espera por ti no quarto.

Ernesto entrou na casa de banho e viu a banheira já meia de água. Pôs a água quente a correr e começou a despir-se, distraído, por momentos, a observar a vasta gama de sabonetes, champôs e loções que enchiam as prateleiras.

Pensava em escolher um que lhe parecesse menos feminino, quando... a porta se abriu e Lurdes irrompeu pela casa de banho!

Apanhado com as calças na mão, o rapaz saltou e tapou instintivamente as partes “sensíveis”:

– Dona Lurdes! O que...

Ela ficou a olhar para ele com um ar de repreensão.

– Desculpe... Mamã...

– Assim está melhor.

– O que é que está aqui a fazer, mamã? Não vê que estou nu?

Agora sim, Ernesto entrava no jogo.

– Não vejo nada. Destapa lá as miudezas, deixa a mãe lavar isso.

Desviou-lhe as mãos do colo e, pela primeira vez, viu o membro do rapaz, enorme, muito grosso apesar de murcho, e muito comprido, descaindo-lhe pelas pernas como uma cobra adormecida. Aproximou-se e cheirou-o profundamente.

– Uuf! Cheiras mal que tresandas! – berrou. – Não te lavas?! Seu porco! Foi isto que eu te ensinei?! Tira a mão, já vi que tenho que ser eu a lavar essa porcaria! És um porco, és imundo!

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Sempre aos berros, sem o deixar dizer nada, deitou uma porção abundante de gel na palma da mão e agarrou o pau que encolhera com os seus gritos, começando a massajá-lo em toda a sua extensão.

Não demorou a que voltasse a engrossar, tornando-se rapidamente numa barra negra e erecta, dura como pedra.

Masturbou-o um bom bocado, para aflição de Ernesto, que não sabia o que fazer, mas mal conseguia manter os olhos abertos, graças ao prazer reflexo que as mãos dela lhe provocavam.

Lurdes acalmou e quando voltou a falar, a voz saiu-lhe tremida de emoção:

– A mamã assim não consegue lavar bem. Deixa-me só tirar isto...

Levantou-se e tirou a camisa, libertando duas grandes mamas, já de mamilos erectos e sem sinais de soutien. Feito isso, voltou a agachar-se e abocanhou o caralho teso que marrava à sua frente.

Ernesto gemeu surpreendido, aquilo não era um broche, mais parecia que ela lhe queria sugar o caralho até lho arrancar pela raiz!

Ainda assim, o instinto fê-lo iniciar um movimento de vai e vem dentro da boca ávida, que não recuou um milímetro apesar de só caber até metade.

Lurdes sentiu a glande bater no fundo da garganta, enquanto os seus lábios gordos mamavam como se aquele pau fosse uma teta.

Foi demais para o jovem inexperiente. Nem teve tempo de avisar que ia disparar. Começou a jorrar na boca da velha que, então, sim, recuou um pouco para poder receber os jactos de esporra na cara. Adorava!

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– O que é que fizeste, meu tarado?! Lambuzaste a mãe toda! O que é que o teu pai diria se te visse? Olha para isto?! Não tens vergonha?! Meu grandecíssimo javardo! Andei eu a criar-te para isto... Nem o teu pai, que Deus o tenha e era um porco, era tão porco como tu! Javardo, larga-me da mão, vai lavar esse pau imundo, vai tomar banho!

Nem cinco minutos tinham passado desde que entrara na casa de banho e Eléctrica já escorria postas de meita da cara! Deliciada, lambia os cantos da boca, engolindo cada gota que conseguia apanhar.

Feito isto, estalou a língua como quem  tivesse acabado a refeição e anunciou que ia retirar-se:

– Mete-te na banheira, porco! Esfrega esse corpo imundo, essa picha de cerdo! A mamã vai dormir a sesta e não quer ser incomodada, ouviste? Não me acordes nem por nada, percebeste? Se te ouço nem que seja um pio, levas tau tau com a marreta! Percebeste, porcalhão? Fala!

– Sim.

– Sim o quê?!

– Sim, mamã.

– Assim é melhor! Respeitinho, ouviste?!

– Sim, mamã.

Lurdes recolheu ao seu quarto e, sem despir a combinação, deitou-se na cama. Às vezes, deitava-se logo nua, outras gostava de deixar algo para a imaginação.

Escolheu cuidadosamente a posição, ficando de bruços e de forma a deixar exposto, por debaixo da saia, o cu e o rego, assim como uma boa porção das mamas carnudas pelas frestas do decote.

Depois tentou adormecer. Podia, simplesmente, fingir, mas preferia quando adormecia de facto. A sensação de choque era maior...

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Reviu, divertida, as expressões de pânico de Ernesto quando lançou o seu ataque. Pensou no maravilhoso pau, que tão bem cheirava a homem e como lhe preenchia a boca a pontos de mal conseguir respirar ou mexer a língua.

Alagou-se-lhe de novo a cona ao lembrar o momento em que ele começou a vir-se na sua boca, a violência dos disparos e a textura, a densidade e calor da sua esporra a embater-lhe no palato, a deslizar-lhe pelo esófago... Sim, senhor, este Ernesto saíra-lhe melhor que a encomenda! Um portento, uma delícia... Um... Zzzz... Um porco imundo... Zzzzzzzzz...

Acordou verdadeiramente confusa, sem perceber quanto tempo tinha passado. Não era jogo nem teatro, não fazia realmente ideia onde estava!

O pânico foi, por instantes, mais do que real. As mãos que a agarravam eram duras e fortes, e prensavam-lhe as mamas com demasiada força, espremendo-lhe os mamilos. Ele magoava-na e ela quis gritar, mas ele previu a sua reacção, pois tapou-lhe a boca com uma mão.

Lurdes sentia o peso morto do corpo dele nas suas costas, aprisionando-a. As manápulas eram enormes, duas patas de urso, mais pareciam, e manietavam-na com tal vigor que se sentia impotente para se libertar.

Sentiu, com terror, como ele a virou ao contrário, como se ela fosse uma pena, a agarrou pelo elástico do decote e lhe rasgou a combinação, deixando-a completamente exposta. Não era puritana, adorava a sua própria nudez, mas, nesse momento, sentiu vergonha por um homem a forçar a exibi-la.

Depois, sem perceber como tinha lá chegado, sentiu o seu enorme pau teso enterrado até às goelas, e todos os demais pensamentos se evadiram da sua mente...

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Lurdes debatia-se debaixo dele, esbracejava, esperneava, não podia respirar, tentava rodar o pescoço... Viu o braço dele a subir, de punho fechado, ameaçador, mas não parou de se rebelar, o pânico toldava-lhe a razão, queria gritar, gritava em surdina, mas os gritos não saíam, abafados por aquele caralho gigante que lhe enchia a cavidade bocal!

Só reparou como também os dedos dele eram enormes quando os sentiu arrombar-lhe a vagina. Foi, nesse momento, que ele aligeirou a posição e ela conseguiu evadir-se da sua prisão:

– Não! Pára! Socorro! Larga-me! – gritou.

Ele não se impressionou nem parou. Tinha instruções para não o fazer.

– Pshiu! Calada, cadela!

Lurdes sacudia-se, repetia a súplica, em estado de pré-histeria:

– Não! Não! Larga-me! Socorro!

– Escusas de gritar, porca! Chega de gritar ao teu menino. Agora o teu menino vai-se vingar. Agora, o menino vai foder a mamã!

Lurdes sentiu com alívio os dedos saírem de dentro dela, mas a paz só durou por uns segundos. Porque o caralho dele, a começar pela cabeça e continuando pelo longo pescoço, era bastante maior e mais grosso!

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Ernesto rompeu por ela dentro e Lurdes sentiu os lábios grossos, duros de tesão, alargarem como se fosse elásticos. Depois sentiu a pressão da glande no útero e soube que ele o tinha enterrado até ao fundo.

Era quase um milagre que coubesse nela em toda a sua enormidade! Era quase grotesco, pensou. Mas poucas vezes se sentiu tão preenchida. Era verdadeiramente delicioso!

Pouco depois, chegou o colapso... Entrou em espasmos e começou a vir-se! E se nada até aí demovera Ernesto de encarnar o requerido personagem, a explosão dela deixou-o hesitante e com a cabeça à roda.

Toda ela tremia em extertores epilécticos, enquanto esguichava pelas frestas da cona mesmo atafulhada de caralho!

Parecia estar ligada à corrente, a receber choques de milhares de volts... Foi aí que Ernesto descobriu porque lhe chamavam a “Eléctrica”!

– Não pares! Não pares! Não pares agora! – gritava.

Lurdes sabia como alimentar o seu orgasmo, sabia o que fazer para transformar a corrente alternada da primeira explosão numa corrente contínua e duradoura:

– Mete no cu! Mete-mo no cu!!

Foi como uma chapada de realidade. Ernesto desbloqueou, virou-a de bruços, apontou vagamente a vara e trespassou-lhe o ânus só dum golpe!

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– Ahhhhhhhhhhhhh! Cabrão! Filho da puta!! Não!! Larga-me! Estás a ouvir?! Larga-me! Estás a violar-me! Estás a enrabar a mamã! Pára! Não!! Larga o cu da mãe!!

Gritava ao mesmo tempo que acompanhava as investidas dele, inclusivamente era ela que acelerava a velocidade e a intensidade das estocadas. Sentia aquele caralho todo lá dentro, como uma mangueira que lhe enchia o cu, e voltava a esguichar da cona, com o corpo todo a tremer, sem conseguir parar de se vir...

Até que, finalmente, foi Ernesto quem não aguentou mais. Deu um urro de urso e desatou a esguichar ele também, um leite mais fino do que da primeira vez, mas ainda mais abundante.

Parou de bombar e, com as forças que ainda lhe restavam, espremeu a picha toda para dentro daquele cu maduro, até pensar que nada restava.

A receber tudo e a  morrer de gozo, Lurdes quase desfaleceu.

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Quando Ernesto puxou o caralho para fora, vinha murcho, empapado de vernizes brancos e acastanhados. No entanto, surpreendentemente, ainda vertia jactos avulsos, sem ritmo certo, como se algo se tivesse avariado no seu canal de rega.

Ao ver o fenómeno, e para não desperdiçar nada, Lurdes puxou a mangueira para a cara e regou os resquícios finais do próprio orgasmo com o leite gordo daquela picha que tanto prazer lhe tinha dado.

E com esse derradeiro baptismo, encerraram por fim as hostilidades. Tinham passado quase duas horas. 

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Ernesto deixou-se cair para trás, arrasado, e ficou a vê-la a escorrer torrentes imparáveis de nhanha branca dos vários orifícios em simultâneo.

Quase não conseguiam respirar, um e outro, tanto pelo ritmo cardíaco como pela atmosfera do quarto, repleta de um aroma indescritível a cu, a cona, a orgasmo, a esporra...

Muito tempo depois de acabar, ainda o rabo de Lurdes tremia como se as pilhas teimassem em não se esgotar.

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Só uns 20 minutos depois adormeceu, num sono leve, que mais se diria um transe.

Ernesto foi à casa de banho, lavou o caralho e vestiu-se. Pegou nos 150 euros que estavam em cima da mesa, e ia preparar-se para sair, quando ouviu a voz de Eléctrica, renascida:

– Onde vais, filho?

– Vou-me embora.

Sem saber porquê, sentiu-se genuinamente desiludida.

– Então vai, porco! Vai para a puta que te pariu!

Admirado, ainda assim o rapaz não se desmanchou:

– Está bem, mamã... Eu vou.

E Lurdes, tarada, saciada, esgotada, toda molhada... desatou à gargalhada!

– Anda cá, cabrão... Fode a mamã outra vez. E só por ser para ti, desta vez é de borla!

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Nessa noite, Ernesto ainda voltou ao café, pediu uma bebida e não comentou nada com ninguém. Mas percebeu, pelos olhos dos outros, que todos eles sabiam do que estava a falar.

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Armando Sarilhos

Armando Sarilhos

Armando Sarilhos

O cérebro é o órgão sexual mais poderoso do ser humano. É nele que tudo começa: os nossos desejos, as nossas fantasias, os nossos devaneios. Por isso me atiro às histórias como me atiro ao sexo: de cabeça.

Na escrita é a mente que viaja, mas a resposta física é real. Assim como no sexo, tudo é animal, mas com ciência. Aqui só com palavras. Mas com a mesma tesão.

Críticas, sugestões para contos ou outras, contactar: armando.sarilhos.xx@gmail.com

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